domingo, 27 de julho de 2014

Atividade Avaliativa - Bloco II - Pós-Graduação FEBF/UERJ




Pessoal, na última semana, discutimos os seguintes textos:


  1. ESTEBAN, Maria Teresa. A avaliação no cotidiano escolar. (p.07 – 24) IN: ESTEBAN, Maria Teresa (org.) Avaliação: uma prática em busca de novos sentidos. 6. Ed., Petrópolis: DP et Alii, 2008.
  2. ÁLVAREZ MÉNDEZ, Juan Manuel. O campo semântico da avaliação: mais além das definições. (p. 13 – 27). IN: ÁLVAREZ MÉNDEZ, Juan Manuel. Avaliar para conhecer. Examinar para excluir. Porto Alegre: Artmed Editora, 2001.
  3. VILLAS BOAS, Benigna Maria de Freitas. Compreendendo a avaliação formativa. (p. 13 – 42). IN: VILLAS BOAS, Benigna Maria de Freitas. (Org.). Avaliação formativa: práticas inovadoras. Campinas, SP: Papirus, 2011.
  4. AMARO, Ivan. O portfólio eletrônico na formação de professores: caleidoscópio de múltiplas vivências, práticas e possibilidades da avaliação formativa. (p. 167 – 191). IN: VILLAS BOAS, Benigna Maria de Freitas. (Org.). Avaliação formativa: práticas inovadoras. Campinas, SP: Papirus, 2011.



A atividade avaliativa constitui-se de três questões orientadoras para que possam respondê-las, indicando domínio das principais ideias dos textos

É preciso que cada um faça, pelo menos, 03 (três) comentários, demonstrando clareza das ideias, estabelecendo um diálogo com os demais colegas e relacionando com a realidade profissional

Em seus comentários, procurem indicar potências para que a avaliação da aprendizagem passe por mudanças deixando seu foco no paradigma tradicional.

1). Os textos, em sua essência, apontam para a perspectiva de que é possível mudar a avaliação no cotidiano escolar. Apresente os argumentos que os/as autores/as utilizam para defesa de uma avaliação mais voltada para a melhoria das aprendizagens. Se possível, aponte alguns exemplos em que já se exercita este tipo de avaliação.

2). Assista ao vídeo abaixo e comente-o, correlacionando com o texto de Álvarez Méndez, apontando as características que ele aponta para uma avaliação voltada para uma perspectiva de aprendizagem significativa, em contraposição com a ideia de aprendizagem tradicional (mecânica, memorizativa). No vídeo, entretanto, há ainda muitas marcas de gerações passadas das avaliações. Comente este vídeo, buscando identificar aspectos mais formativos da avaliação praticada.

3). Nos textos de Villas Boas (2011) e de Amaro (2011), há uma discussão teórica/prática que defende a materialização da "Avaliação Formativa". Sabendo que a concepção de avaliação como medida ainda está muito presente, mas que há experiências de resistência a este modelo e caminham na perspectiva de mudanças, comente a seguinte reportagem:
"Avaliar para ensinar melhor". A reportagem mostra que há práticas que se diferenciam do modelo tradicional de avaliação. Com base nos textos e na reportagem, aponte três (03) propostas a médio e longo prazo para que, em seu trabalho/prática a avaliação se torne mais ancorada em princípios formativos e mais distantes dos modelos classificatórios, somativos e punitivos.

Boa discussão e bom trabalho! 
Façam suas postagens até o dia 07/08. Coloque seu nome ao final de seu comentário.
Abs
Ivan Amaro

19 comentários:

Carlos Alexandre disse...

1 - Os autores são unanimes no que diz respeito a utilização da avaliação como parte de um processo, que visa o desenvolvimento da relação ensino aprendizagem e como diagnóstico e não apenas como um exame que visa classificar os alunos, dando-lhes notas, exaltando os que obtiveram êxito e apontando os fracassados, os autores também fazem questão de enfatizar que o uso de novos mecanismos de avaliação não excluem os métodos tradicionais, as novas, e as antigas maneiras de avaliar devem estar caminhando juntos, dando-lhe um caráter formativo, e não somente somativo.

2 - A avaliação diagnóstica é uma proposta interessante no que diz respeito a identificação dos problemas e no planejamento de ações pedagógicas, além da criação de um portfólio que analisa o desenvolvimento mensal do discente. Outro aspecto formativo, seria a avaliação da própria avaliação, fazendo dela um elemento justo, e coeso com a prática. O uso de uma avaliação externa para uma intervenção pedagógica que vá tratar as dificuldades dos alunos de forma individual ao decorrer do ano, também aparece como exemplo de avaliação formativa.


3 - A primeira proposta, sem dúvida, é pensar em uma prática em sala de aula, que a torne mais atrativa para os alunos, sendo dinâmica e fugindo da mesmice em que a maioria dos professores mergulharam ao longo dos anos, automaticamente, a avaliação, em um processo gradual, vai se tornar um mecanismo formativo, pois o método avaliativo vai se transformando a partir das mudanças na prática docente. Como exemplos de avaliação formativa, podemos usar as avaliações diagnósticas, desde que sejam usadas para intervir em alunos com maiores dificuldades, ajudando-lhes, e dando a atenção necessária para que ele obtenha sucesso na sua vida escolar e pessoal.
Outra Proposta, é introduzir, mesmo que sem a colaboração de outros docentes, novas formas de avaliação, no qual a PROVA, passa a ser somente um elemento em uma engrenagem, e não o principal mecanismo, se a proposta obtiver êxito, outros professores também irão começar essas mudanças, por livre vontade, ou por pressão da comunidade escolar.
A terceira proposta, e a democratização da avaliação, no qual a comunidade escolar, teria voz ativa neste processo, e os alunos se envolveriam na sua elaboração, este processo obviamente, dará dores de cabeça aos docentes, mas a médio prazo, vai tornar uma experiência traumática(pois para muitos, avaliação é sinal de punição) em uma experiência natural, no qual o aluno desenvolverá suas habilidades sem medo.

Carlos Alexandre da Costa dos Santos
Especialização Gestão dos Processos Educativos, UERJ/FEBF

Marcello Pereira Soares disse...

1- A partir dos textos lidos e discutidos, somos convidados a pensar sobre avaliação como um
processo contínuo que objetiva a inclusão de todos os alunos aos saberes históricos e sociais construídos. E para tal desafio, precisamos criar "uma nova cultura sobre avaliação" ( Esteban, 2008). Afinal, a cultura predominante nos espaços escolares acabou por transformar a avaliação em uma arma que se volta contra os sujeitos da escola.
Gosto de pensar que as escolas ilhas, que buscam vias mais interessantes para a educação, devam ser melhor estudadas, pois ainda que sejam ilhas, são também indicadores de que mudanças são possíveis.

2- No vídeo podemos observar dois modelos de avaliação. Avaliação enquanto processo contínuo que busca a formação integral dos alunos na E.E. Osvaldo Cruz e o segundo modelo de avaliação classificatória na E. M. de Indaiatuba. A primeira preocupa-se em conhecer os alunos para que a partir desse conhecimento os professores elaborem seus projetos, tal qual nos indica Álvarez Mendez "Aprendemos com avaliação quando a transformamos em atividade de conhecimento e em ato de aprendizagem" (Álvarez Mendez, p. 14 ). Ou seja, podemos optar entre a avaliação significativa ou avaliação tradicional sem sentido e distante dos alunos.

3- A avaliação é um processo contínuo que busca conhecer e ajudar o aluno a avançar no processo de sua aprendizagem. E para tal, faz-se necessário conhecer os alunos, suas potencialidades e fragilidades, sem medo, nem punições.
Escola e aluno podem ser parceiras no sentido de que o aluno precisa
"de oportunidade de desenvolver sua capacidade de identificar e compreender as lacunas de aprendizagem, deixando que ele se responsabilize por planejar e desenvolver as ações necessárias" ( Villas Boas, p. 26.)

3 Propostas de médio e longo prazo para que a avaliação formativa se materialize nas escolas:

*Desconstruir o modelo interno de educação que violenta os sujeitos da escola.
*Começar a conceber avaliação como um processo contínuo que objetiva o desenvolvimento autônomo dos sujeitos.
*Experimentar, aos poucos, modelos de avaliação mais significativa e democrática.

Marcello Pereira Soares

Anônimo disse...

1 – Através da leitura dos textos e discussões realizadas durantes as aulas, tivemos a oportunidade de entendermos melhor como deve ser realizada uma avaliação formativa. A autora Maria Teresa Esteban diz que não há certeza que de que construiremos práticas menos excludentes na escola, mas podemos vislumbrar um movimento neste sentindo. E nessa perspectiva, buscamos encontrar novos caminhos para que a avaliação seja reflexiva, justa e de fato formativa. Que a prova se torne apenas um dos instrumentos para avaliar e não uma ferramenta para punir, excluir e classificar os alunos. O autor Álvarez Méndez ressalta que a responsabilidade do professor é garantir que aquilo que os alunos estudam, lêem e aprendem vale a apena ser objeto de aprendizagem. A dos alunos consiste em conscientizar-se de que eles são responsáveis máximos por sua própria aprendizagem. Portanto, percebemos que através dos relatos feitos na sala de aula, nós professores/alunos estamos revendo a nossa prática e buscando novas possibilidades para avaliarmos nossos alunos.

Sydna Meire Faustino Feliciano disse...

2 – No vídeo, podemos perceber que ambas as escolas buscam uma avaliação diagnóstica com o objetivo de melhorar a aprendizagem dos alunos. Porém, logo no primeiro momento percebemos a angústia das crianças esperando a prova e a professora tentando acalmá-las para que a realizassem tranquilamente. Mesmo com o intuito de diagnosticar para melhorar a qualidade do ensino, as praticas avaliativas utilizadas são extremamente tradicionais. Isso fica muito claro quando a professora da escola E. M. de Indaiatuba diz para os alunos respirarem fundo, em outro momento virar a página, o enunciado da questão com palavras de ordem e quando o aluno diz que não pode falar. Demonstrando-nos a todo o momento que a prova é utilizada como um instrumento fundamental e indispensável para classificação dos alunos. A outra escola demonstra uma visão mais reflexiva sobre a avaliação, pois busca modificações para alcançar uma avaliação formativa que seja efetivamente processual, mas não deixa de fazer uso das provas como instrumento de verificação da aprendizagem.
3 – Minha primeira proposta seria, sem dúvida, proporcionar aos professores a possibilidade de uma formação continuada, pois através da mesma poderiam refletir sobre sua prática. Muitas vezes, alguns professores se formam e não buscam novos conhecimentos, ficando limitados a uma única visão e, assim, caem na mesmice e em alguns casos no tradicionalismo, repetindo o que lhes fora passado como verdade absoluta.
A segunda proposta seria a democratização da avaliação, pois somente a partir da mesma conseguiríamos romper com o tradicionalismo dos modelos avaliativos. Através da reflexão de toda a comunidade escolar buscaríamos meios para que a avaliação fosse efetivamente formativa e processual visando a melhoria da qualidade do ensino.
E a última proposta seria que todos os membros da comunidade escolar realizassem periodicamente uma autoavaliação, pois costumamos avaliar somente os alunos e esquecemos de avaliar a nossa prática. Assim acabamos repetimos sempre as mesmas coisas, acreditando que tudo está indo perfeitamente. Quando paramos para refletir, percebemos que, às vezes, a mudança se faz necessária.

Sydna Meire Faustino Feliciano

Dandara Rodrigues disse...

1 - Na amplitude das obras dos autores/ as é possível refletirmos sobre o conceito de avaliação. Reconhecendo as peculiaridades, os textos não se concebem como uma concepção definida, fechada ou concluída, mas como uma etapa finda no incessante processo de reconhecimento e aproximação de um estudo que suscita e continuará a suscitar leituras,indagações e discussões.A autora Maria Teresa Esteban, diz que “ O processo de avaliação do resultado escolar dos alunos e alunas está profundamente marcado pela necessidade de criação e de uma nova cultura sobre avaliação, que ultrapasse os limites da técnica e incorpore em sua dinâmica a dimensão ética.” Tal definição, nos leva a questionar o papel da escola na transformação social. Um lugar que deveria ser um espaço democrático, em que o diálogo se faria presente, a curiosidade teria condições de avançar para um estágio epistemológico, mesmo entre a diversidade entre os educandos.Ao contrário o que vemos é um conjunto cruel e injusto de erros em relação a avaliação.Um espaço sem alegria e leveza, mas cheio de competitividade,desinteresse profissional,falta de respeito,ética. Em síntese, todos os autores possuem uma concepção estruturada no real e verdadeiro conceito da avaliação formativa. O autor Méndez afirma que “ A avaliação que aspira a ser formativa deve estar continuamente a serviço da prática, para melhorá-la, e a serviço dos que dela participam e dela se beneficiam”. Ou seja, é necessário corrermos alguns ricos de modo a recuperar a capacidade de indignação frente ao que está posto e expressar algum movimento que se oponha ao conformismo.Ainda neste intento, Villas Boas ancora com Méndez, ao dizer que “ a avaliação formativa é um processo a ser construído, é hora de introduzir meios de coleta de informações que utilizem diferentes linguagens e deem chance aos estudantes de se manifestarem com espontaneidade e autonomia. Um exemplo de avaliação formativa está no texto de Ivanildo Amaro; o autor nos mostra que utilização do portfólio tem o objetivo de promover o pensamento crítico-reflexivo dos educandos.
Dandara Rodrigues

Dandara Rodrigues disse...

2 - Ao analisarmos o vídeo é possível percebermos que há ainda muitas marcas de gerações passadas nas avaliações. Por exemplo, à avaliação somativa, avaliação final, medição, interesse técnico, avaliação externa, exame tradicional, provas objetivas entre outros. O autor Méndez aguça-nos para uma avaliação alternativa; avaliação a partir da racionalidade prática. Uma avaliação que gere oportunidades para os alunos colocarem em prática seus conhecimentos em defesa de suas ideias e saberes. No vídeo vimos que as crianças são postas a fazerem uma avaliação que vem do município. Tal visualização, levou-me a reflexão/indagação de que não podemos mudar o rumo da avaliação se este estiver no sentido contrário dos direitos/aprendizagens das crianças?
O professor deve selecionar conhecimentos relevantes, conhecimentos que contribuem para que o estudante possa ser situar em seu ambiente imediato, indo além desse ambiente buscando novos horizontes e ampliando suas experiências e compreendendo melhor o mundo em que se situa, é necessário, um currículo flexível que esteja aberto para atender as mudanças na sociedade, escola ou na própria sala de aula, um currículo que proporcione ao aluno uma compreensão mais precisa do mundo que vive, uma conhecimento sólido que o faço crítico do ambiente cultural que está inserido que seja capaz identificar os elementos que os cerca, compreendendo os artefatos culturais, tinturas, tecnologia, música, ou seja, imagens e produtos criados pelo ser humano que constituem as culturas.
Em suma, é necessário coragem, pois não devemos esperar a pergunta ser respondida pelos cruéis políticos e secretários de educação. O que nós professores estamos fazendo para mudar o rumo da cultura, o da história, o da política, o da mídia?. O pouco que se espera de um docente é que seja capaz de refletir e pensar a sua ação nas trajetórias e mudanças temporais, sendo participante crítico na renovação do ambiente do saber e do estudo crítico da educação, e acima de tudo que seja um educador encantado com sua escolha de profissão, um ser responsável com a transformação social, pois ser educador nos exige confiança, esperança, amor e coragem.
Dandara Rodrigues



Dandara Rodrigues disse...


A reportagem “Avaliar para ensinar melhor” e os textos de Villas Boas (2011) e de Amaro (2011), sem dúvida fazem coro para uma avaliação formativa, uma avaliação que forneça informações que permitam a reorganização do trabalho pedagógico; um exercício transparente que deve ter como ação a percepção dos educandos, dando-lhes a oportunidade de desenvolver suas capacidades de identificar e compreender as lacunas da aprendizagem. Assim, com base nos textos e na reportagem é possível, refletirmos de que a avaliação é a principal ferramenta do processo educacional consciente e, por isso, a avaliação deve contribuir com o crescimento do aluno e do professor, observando verdades, reconhecendo, reorganizando e reconduzindo. Abaixo, segue três propostas para o educador trabalhar os diferentes saberes, tendo como objetivo conseguir trazer o aluno até a intimidade do movimento do seu pensamento, a aprendizagem.
1ª proposta: Fazer com que o educando aprenda sobre e a partir da própria avaliação e da correção, da informação em contraste, todavia, com o objetivo/intenção de uma avaliação crítica e argumentada, porém, longe de desqualificação e punição.
2ª proposta: Fazer da avaliação um exercício contínuo, analisando diariamente os alunos, ancorados numa observação atenta e constante que são bases para uma avaliação que privilegia a aprendizagem e leva em conta o ritmo de cada estudante. Portanto, destruindo um dos equívocos dos manuais de didática que é situar a avaliação como uma atividade formal que ocorre ao final do processo de ensino-aprendizagem.
3ª proposta: Utilizar instrumentos coerentes com a prática diária, acabando com uma classificação que é fundamentada em uma divisão entre dois elementos, ou seja, a dicotomia entre a teoria e a prática, pois, muitas vezes, nós professores, somos construtivistas, progressistas em ensinar e tradicionais, tecnicistas em avaliar. Ao abandonarmos tal erro teremos uma avaliação formativa, horizontal, compreensiva, responsável e justa.
Dandara Rodrigues


Sydna Meire Faustino Feliciano disse...

Galera,
Minha primeira resposta saiu como anônima, mas sou eu! rs

Carine Souza disse...

1-O processo avaliativo já foi muito discutido, principalmente a somativa onde se nega a aprendizagem do aluno no seu dia a dia ,sendo importante a nota obtida através do instrumento avaliativo,ou seja através da prova, onde o “erro” do aluno é considerado como uma não aprendizagem desconsiderando o processo que se chegou para obter o resultado .Esteban,aponta a ideia de que o ”erro” faz parte da construção do conhecimento que leva a aprendizagem ,além de auxiliar o educador no processo desse conhecimento.Por isso a necessidade de não só rotular o resultado da prova do aluno,dizendo que ele é "bom" ou "ruim" .Mas também informar os pontos que melhor poderia ser trabalhado,Como Mendez,diz em seu texto “Aprendemos com a avaliação quando transformamos em atividade de conhecimento e em ato de aprendizagem na correção” (p14,2001). Nessa perspectiva a avaliação é muito mais do que um ato de qualificar o sujeito,mas sim uma forma de construir juntamente com o educador o conhecimento. Precisamos sair do comodismo da avaliação somente para medir o conhecimento do aluno.O professor precisa ousar e trazer formas de avaliar que faça o aluno pensar e mostra como está construindo o seu processo de conhecimento saindo da avaliação com a resposta pronta em forma de decoreba. A avaliação formativa vem para romper com essa barreira . Villa Lobos.em seu texto diz que A avaliação formativa é uma forma de focalizar a necessidade dos estudante ,ele sugere a construção do portfólio, afim, dele acompanhar o seu desenvolvimento através de registros,no texto do Amaro, ele apresenta o portfólio eletrônico como umas das formas de fazer uma avaliação formativa diferenciada e criativa Nos como educadores e futuros gestores precisamos sair do comodismo da avaliação somativa ,para focalizar aprendizagem e usar a avaliação como ferramenta para essa construção do conhecimento,quando o professor aponta como o aluno poderia melhora uma resposta e ajuda reconstruir o conhecimento através do “erro” já estamos avançando na forma de avaliar,porque o foco deixa de ser a nota para conhecimento do aluno.

2- Podemos observar no vídeo a busca por uma avaliação formativa ,mas que também traz consigo marcas da avaliação tradicional,onde a avaliação tem um papel chave para conceituar o aluno desdo inicio do ano letivo e ao mesmo tempo essa escola tenta valorizar esse saber do aluno. Alvarez Mendes diz “A avaliação que aspira a ser formativa deve estar continuamente a serviço da prática ,para melhorá-la,e a serviço dos que dela participam e dela se beneficiam” (p.16,2001). Esse cuidado que nós devemos ter diante da avaliação,entender que o nosso alvo não é medir o conhecimento do aluno,mas usar a avaliação para compreender a própria pratica e encontrar maneira para auxiliar esse aluno.

3- Os testos nos faz refletir como podemos sair do modelo de avaliação tradicional e reformular aulas que traga mais benefícios tanto para o aluno como o professor,outros três exemplo que poderíamos citar é:

*Aulas dinâmicas e observação durante todo o processo de aprendizagem, atividade que possibilite o aluno pensar e trabalhar em grupo as questões que a turma tenha dificuldade.

*Avaliação que informe o aluno e esclareça a sua duvida,não só avaliar é da uma nota,mas avaliar e da atenção as dificuldade do aluno,informando os pontos que pode ser melhorado.

*Uso da tecnologia que traga o aluno pra mais perto da sua realidade,até mesmo com o uso do portfólio eletrônico que permite ele ter uma aprendizagem mais dinâmica e acompanhando o seu próprio desenvolvimento.

Carine Geraldo de Souza

Ludymila Rangel disse...

Os textos do Bloco 2, apontam que a avaliação formativa precisa se desenvolver no decorrer do ano letivo e através desta avaliação aconteça o acompanhamento do aluno,auxiliando no desenvolvimento da sua cognição e informando sobre seu desempenho.É importante destacar que a partir desta perspectiva, o "erro" não é visto como algo ruim e sim como um meio para o processo da aprendizagem do aluno. Sobre o tema,ESTEBAN diz que "o erro oferece novas informações e formula novas perguntas sobre a dinâmica aprendizagem/desenvolvimento,individual e coletiva. O erro, muitas vezes mais do que o acerto, revela o que a criança sabe, colocando este saber numa perspectiva processual, indicando também aquilo que ela ainda não sabe, portanto o que pode vir a saber."(página 18).O autor MÉNDEZ diz " Se fazermos da avaliação um exercício contínuo, não há razão para o fracasso, pois sempre chegaremos a tempo para agir e intervir inteligente no momento oportuno...(p.17). AMARO afirma que "A nota não deve ser o foco. O foco deve estar nas aprendizagens e nos avanços dos alunos. (p.174). Os textos e os nossos encontros foram fundamentais para analisar e refletir sobre avaliação como estou desenvolvendo a minha prática.


2- O vídeo apresenta duas escolas com experiências distintas. A primeira E.E.Oswaldo Cruz apresenta uma avaliação como processo contínuo e uso de portfólio. A segunda escola E.M.Indaiatuba mostra uma avaliação somativa provas, notas, reprovações e uso da Avaliação Externa. Com objetivo de identificar alunos com padrão aceitável de conhecimentos, constatar aqueles que estão aptos ou não, caracterizando a memorização e transmissão de informações prontas. Porém no final do vídeo aparece aula de reforço com uma proposta bem interessante, o aluno interagindo com um jogo no computador. Dessa forma aula ficar muito agradável e a criança não fica "tensa" como no início do vídeo ao realizar a prova. MÉNDEZ,diz "Necessitamos aprender sobre e com a avaliação.Ela atua,então, a servição do conhecimento e da aprendizagem, bem como dos interesses formativos aos quais essencialmente deve servir. Aprendemos com avaliação quando transformamos em atividade de conhecimento e em ato de aprendizagem o momento da correção." De acordo com MÉNDEZ,nós professores podemos transformar a nosso cotidiano ao corrigir a prova, o caderno entre outras demonstrando como chegamos a resposta correta. Proporcionando uma relação aberta ao diálogo.

3- A reportagem, assim como os textos nos mostram que é possível ter uma avaliação formativa de qualidade.
Minha primeira proposta é que haja uma avaliação na qual os alunos possam participar efetivamente elaborando,auxiliando no desenvolvimento da sua aprendizagem.
A segunda proposta é que possa existir uma avaliação dos gestores. Para analisar a sua atuação se precisa de mudança, se aperfeiçoar. Em nosso contexto atual, os diretores são gestores que trabalham em equipe com a comunidade escolar ouvindo todos os profissionais, dividindo as funções, identificando as necessidades da escola. Sabemos, que o diretor escolar é a responsabilidade máxima no que se refere à política educacional do sistema, no âmbito de sua unidade escolar, de acordo com ações que viabilizam o processo educativo, o diretor influência todos os todos os setores da escola, porém ele não é visto como gestor centralizador.

A terceira proposta é avaliação do currículo escolar.Faz necessária a valorização do “currículo oculto’’ saberes, valores e habilidades trazidos por alunos, como ponto de partida para o trabalho educativo que levará ao saber sistematizado, estabelecendo um diálogo com diferentes culturas que encontramos na sala de aula.

Fabíola de Souza disse...


1- significativa quanto à avaliação, sua excessividade e como podemos transformá-la em um mecanismo a favor de alunos e professores, inclusive com possibilidades de parcerias entre ambos. A avaliação tratada como uma forma de aprendizagem em que apresenta aos alunos e professores o que esta funcionando o que não está, permitindo mudanças no caminho do processo, é a avaliação formativa (tão falada e apontada como melhor caminho pelos autores). A avaliação por portfólio, citado no texto de Villas Boas e no de Os autores do texto estudados nos apresentam uma reflexão bastante Amaro, é bem interessante já que deixa em evidência para todos os alunos e professores todo o processo de ensino e aprendizagem dos alunos, possibilitando uma reflexão conjunta sobre as aprendizagens de professores e alunos, anulando o papel de poder absoluto do professor no momento da avaliação.
2- O vídeo nos mostra dois exemplos de escolas que fazem uma avaliação diagnóstica, realizada no primeiro momento com propósito de verificar as dificuldades e pontos a serem melhorados dos alunos. O objetivo é bem interessante, mas pelas leituras realizadas, acredito que haveria mais eficiência em uma avaliação que permitisse que os alunos colocarem em prática sua vivências e levasse em consideração seu conhecimento de mundo e as várias estratégias que ele pode usar para responder uma questão. A avaliação externa geralmente não nos permite observar isso e a segunda escola do vídeo faz uso de muitas avaliações desse tipo. Acredito que ate haja um movimento interessante para que se promova a avaliação formativa por parte dos educadores, mas é preciso que se busque entender melhor e estudar o que é essa tal avaliação formativa.
3- Acredito que, entre outras características, a avaliação formativa é uma proposta centrada na parceria entre aluno e professor com objetivo voltado às aprendizagens e ao processo. Sendo assim, a minha primeira proposta seria utilizar como um dos instrumentos avaliativos os relatórios diários nos quais o professor observaria e registraria todos os avanços e dificuldades dos alunos, considerando a opinião dos mesmos e possibilitando, assim, a investigação de dificuldades (trabalhando isso) e despertando um interesse maior dos alunos.
Outra proposta seria a autoavaliação que proporcionasse ao aluno criar ou desenvolver melhor uma responsabilidade quanto ao seu próprio processo de aprendizagem, permitindo-lhes averiguar seus pontos fracos e ter firmeza para expor e buscar condições de melhora junto ao professor. E, concordando com a Sydna, a autoavaliação também poderia ser feita por toda a comunidade escolar. É sempre bom reavaliar a nossa prática, até porque sempre estamos aprendendo algo novo.
Por fim, a terceira proposta seria a democratização da avaliação, envolvendo, assim, toda a comunidade escolar e, ainda, os responsáveis dos alunos, possibilitando um real envolvimento de todos.

Syrlete Faria disse...

Syrlete Faria disse...

1) Na luta por um redimensionamento, alguns autores, à quase um século, vem apresentando a avaliação, como uma das práticas mais polêmicas e amplamente difundidas no meio educacional. Neste contexto alguma dessas concepções, vem buscando um entendimento para vivenciar um equilíbrio nas práticas avaliativas, integrando ao processo ensino-aprendizagem. Nesta perspectiva a avaliação deve ser contínua, priorizando a qualidade e o processo de aprendizagem, através do feedback, informando o nível de aprendizado alcançado e a direção aos resultados obtidos e objetivos almejados.

2) Como foi mencionada anteriormente, a inquietação das avaliações no meio educacional, fica evidente, ao analisarmos o vídeo, pois percebemos que apesar de uma perspectiva de aprendizagem significativa, marcada por gerações passadas, ambas as escolas buscam o desafio de uma escola diagnóstica, vista historicamente como instrumento de controle burocrático e político-administrativo. Para Alvarez Mendez (2002, p.13), “avaliar com intenção formativa não é o mesmo que medir, nem qualificar e nem sequer corrigir; avaliar tampouco é classificar, examinar, aplicar testes. Paradoxicamente, a avaliação tem a ver com atividades de qualificação, medição, correção, classificação, certificação, exame, aplicação de prova, mas não se confunde com elas”.

3) A avaliação é um processo do ensino-aprendizagem que precisa redefinir suas metas e repensar seus objetivos, identificando o que dificulta e o que facilita o desenvolvimento da aprendizagem para avançar, adequar ou redimensionar a ação pedagógica. Diante deste desafio, em relação às propostas a médio e longo prazo, é necessário, uma avaliação contínua e democrática em busca do equilíbrio, sem censuras, repressões e punições.

Natália Ramos disse...

1) Refletindo sobre os textos propostos é notório o movimento que propõe reavaliar procedimentos e conceitos definidos/praticados em nosso cotidiano escolar, principalmente em relação à avaliação. Maria Teresa Esteban (2008) diz que é fundamental a discussão sobre o tema avaliação, pois esse momento pedagógico está implicitamente à questão de fracasso/sucesso escolar. A negação de conceitos específicos, contextos sociais e valorização da homogeneidade da prática da avaliação, tem como resultado a exclusão, impossibilitando a fomentação do conhecimento e desenvolvimento de habilidades. Avaliação precisa ser democrática, com práticas que visam o desenvolvimento dos conhecimentos que estão sendo construídos pelos alunos, sendo o professor a figura com olhar sensível para perceber como o aluno está em relação a uma nova informação. E parte desse processo o “saber” e “não saber” não podem ser utilizados como rótulos, quantificando a aprendizagem e afirmando a ausência ou a presença dela, e sim como parte de desdobramentos da mesma. Álvarez Méndes 2002 ressalta que “necessitamos aprender sobre e com a avaliação”, pois tendo em seus objetivos o trabalho formativo, estará sempre vinculada ao conhecimento e aprendizagem. Nós profissionais da educação não podemos invalidar o processo de avaliar, mas devemos repensá-lo, dando nova concepção, percebendo-o como múltiplo e com foco de incluir, construindo novos procedimentos e instrumentos, e revisitá-los de maneira crítica para reformulá-los sempre que necessário.

Natália Ramos

Natália Ramos disse...

2) Assistindo ao vídeo uma pergunta sobressaltou aos meus ouvidos:
“Eu quero que todos aprendam? (Ocimar Alavarse – Faculdade de Educação da Usp). E partindo dessa indagação que o professor indica qual intenção terá a avaliação usada na sua rotina escolar. E as duas escolas apresentadas no vídeo demonstram suas respostas de maneiras bem distintas. A primeira, na fala da coordenadora pedagógica, sinaliza a reformulação da avaliação com o passar do tempo, tornando-a diagnóstica, sendo aplicada em um processo avaliativo contínuo e dinâmico, percebendo as dificuldades dos alunos no decorrer da aprendizagem, podendo o professor intervir com objetivo de ajudar os mesmos, com princípio formativo. Assim como Álvarez Méndez aponta que “... avaliação deve ser entendida como atividade crítica de aprendizagem, porque se assume que a avaliação é aprendizagem no sentido de que por meio dela adquirimos conhecimento.” A segunda escola se apoia em mais uma avaliação externa, com justificativa de diagnosticar a aprendizagem dos alunos, porém percebe-se que os parâmetros são homogêneos, acarretando a massificação da exclusão, efetivando o caráter classificatório e somativo. Acredito que o comprometimento e objetivo do educador apontam quais procedimentos adotará para avaliar seu aluno, e se o intuito for de emancipar e ajudar, a prática da avaliação formativa é inevitável.

Natália Ramos

Natália Ramos disse...

3) Os textos de Villas Boas (2011) e de Amaro (2011) e o vídeo “Avaliar para ensinar melhor” apontam para necessidade de efetivar a avaliação formativa no âmbito escolar, tornando um processo dinâmico, que promova reflexão para os maiores envolvidos neste momento: Professores e alunos. Identificar avaliação como aliada no processo ensino-aprendizagem aprimora a relevância da construção do saber, com todos os aspectos sociais envolvidos, pois o amadurecimento da compreensão da avaliação formativa, tendo-a de maneira consciente no trabalho escolar, possibilita que os conceitos anteriormente “cristalizados” por alguns profissionais de educação se transformem obsoletos.
Partindo dessas reflexões, apresento algumas sugestões para disseminar o conceito e prática da avaliação formativa:
o A primeira sugestão é propor aos docentes e gestores uma discussão no intuito de refletir sobre a prática utilizada para avaliar os alunos e apresentar as propostas da avaliação formativa, para que os mesmos se apropriem de maneira clara e consciente.
o Em um segundo momento levantar o debate sobre avaliação com os alunos, possibilitando reflexão para que os mesmos entendam o valor da avaliação formativa e solicitar aos mesmos propostas de instrumentos diferenciados para alcançar a avaliação formativa.
o Refletir (gestores, docentes e alunos) periodicamente as práticas realizadas para identificar possíveis equívocos no trabalho em sala de aula.

Natália Ramos

Marinalva Lima dos Anjos. disse...

Questão 1. Há a inquietação da criação de uma nova cultura para o processo de avaliação nas escolas, onde atualmente, os alunos são vistos meramente como "reprodutores" de respostas pré-estabelecidas pelo docente. Não se tem a coerência em analisar o real aprendizado do aluno; não se leva em conta o estado físico, psicológico do indivíduo ao qual está sendo submetido a avaliação, somente é medido o quantitativo de "questões acertadas" na avaliação.
Questão 2. O texto e o vídeo apontam a avaliação como contínua e dinâmica. Tanto docente quanto discente devem submeter-se à avaliação. O professor deve adquirir conhecimento para ajudar ao aluno a obter aprendizagem. No vídeo, mesmo tendo como tema a avaliação formativa é possível perceber em algumas cenas, avaliações com questões tradicionais.
Questão 3. A reportagem aponta que o docente, na proposta de avaliação formativa, deixa de ser o sujeito que detém a informação e a repassa aos alunos em forma de conteúdo descontextualizados, para ser o sujeito parceiro dos alunos, dividindo com eles a responsabilidade da aprendizagem de cada um. Atividades avaliativas variadas são propostas, afim de estimular o interesse e o comprometimento dos alunos.
As três (03) propostas:
1. A prática dos seminários é uma forma avaliativa formativa onde o docente irá verificar a dificuldade do aluno em determinado assunto e, a partir daí, trabalhar essa questão, não só com o aluno que apresentou a dificuldade mas também com todo o restante da turma iniciando assim um debate;
2. Dar ao aluno a responsabilidade da autoavaliação faz com que ele obtenha mais amadurecimento em suas respostas,avaliando seu aprendizado e suas dificuldades;
3. Atividades dinâmicas como apresentação de peças teatrais, construção de paródias, músicas, estimulam a criatividade dos alunos e creio que, fazem com que os assuntos abordados em sala, sejam melhor apreendidos.

pedro disse...
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Rosilene Alves disse...

1) Os textos trazem questionamentos para discutimos a avaliação que as escolas utilizam ao longo dos anos, nos fazendo refletir sobre a importância de haver uma ruptura com os paradigmas estabelecidos acerca da avaliação, pois esta em seu papel histórico tem por finalidade classificar e selecionar, incluir e excluir. Para tanto é necessário entendermos que a avaliação não é um fim, mas um processo contínuo que nos leva a reflexão para projetar novos caminhos e desafios para mudança, tendo consciência que será necessário à construção e desconstrução no decorrer do processo, para que de fato se alcance o objetivo do ensino-aprendizagem, a inclusão dos sujeitos envolvidos.

2) O texto de Álvarez Mendez nos mostra que o processo de avaliação não deve está somente centrada no aluno, mas também nos professores e na escola, assim sendo uma avaliação que objetiva (o porquê e para quê) do ensino-aprendizagem e não somente como fazer a avaliação. O que o vídeo nos apresenta no discurso e que a avaliação utilizada é formativa, porém podemos perceber que na prática ainda há muitos resquícios da somativa, tendo em vista a quantidade de avaliações que são aplicadas e sem contar a forma como a professora aplica as avalições, tentando demonstrar que é um método tranquilo, quando bem sabemos que não o é, sem contar que as avaliações de múltiplas escolhas não evidenciam de fato a aprendizagem do aluno. Percebemos que uma das escolas utilizou o portfólio como um método avaliativo, este contribui muito para a aprendizagem, assim como a atividade de ordem crescente e decrescente, quando o aluno tem a oportunidade de utilizar o computador, uma tecnologia que torna a aprendizagem atrativa, contribuindo para uma avaliação formativa.

3) Os textos de Villas Boas (2011) e de Amaro (2011) além do vídeo, nos apresentam uma reflexão sobre as especificidades e as contribuições da avaliação formativa, que ainda encontra resistência para ser colocada em prática, tendo em vista que tal avaliação se apresenta como uma prática includente, que visa promover a aprendizagem do aluno, diferente da avalição somativa, que visa à exclusão através da prática classificatória. Nessa perspectiva a avaliação formativa objetiva o desenvolvimento do aluno, mapeando o que esse aluno aprendeu e o que ele ainda não aprendeu, de modo que haja uma reorganização do trabalho pedagógico, tendo como referência as diferenças de cada aluno a partir de suas vivências.
Para que a avaliação formativa aconteça podemos recorrer a diversos métodos de avaliação, tais como projetos, diários de aula, entre outros do qual destacamos o portfólio, por ser um método que pode ser integrado a vários outros, pois podemos fazer registros sistematizados.
Nessa tangente propomos que:
O professor tenha uma formação continuada, de modo a ampliar suas reflexões acerca do seu trabalho e trazer contribuições para repensarmos a avaliação.
Haja uma rediscussão da prática avaliativa, tanto os objetivos quanto os métodos utilizados, de modo que a comunidade escolar entenda realmente o caminho que devemos percorrer para implementarmos verdadeiramente a avaliação formativa.
Aliar as tecnologias ao processo de avaliação, de forma a tornar a aprendizagem mais atrativa.

Rosilene Alves da Conceição

Viviane Santos disse...

1) Com clareza de evidências ambos os autores falam da avaliação como complemento necessário no processo de aprendizagem, porém, o que leva-se em questão é a forma de como conduzir esse processo, pois existe uma culpabilização do fracasso da escola como diz Esteban:

" É importante continuar discutindo a avaliação como parte de um processo amplo de discussão do

fracasso escolar ".

Mas também de algum modo, a autora nos indaga a respeito de qual seria o caminho a percorrer, e a partir do texto e das debates em sala de aula, vimos que não existe uma "receita" sobre o modo correto de se avaliar sim uma busca em nos propormos a construir, buscando alternativas a fim de acertar um modo que evolua este processo de ensino-aprendizagem e o torne mais dinâmico, envolvente e democrático. Mendez diz que:

" A avaliação é uma excelente oportunidade para que quem aprende ponha em prática seus conhecimentos."

fala também a respeito de avaliarmos a introdução de novos conceitos, isto porque é preciso ter novas idéias, novas propostas, e sustentar com exatidão os argumentos que possam surgir, trabalhando a avaliação formativa, pois esta é um processo de construção, que deve ser construída a partir das necessidades das partes envolvidas neste processo: o aluno e o professor e/ou você e seu aluno; para tirar a característica principal de "instrumento repressor" como tem sido ao longo dos anos e torná-la um "instrumento de construção de saberes, desenvolvimento, incentivo à busca de novos saberes".

2) O vídeo fala a respeito de vários tipos de avaliações e as especifica. No tratamento que se dá, vê-se que a diagnóstica é feita num processo contínuo, afim de avaliar o aluno mês a mês, e objetiva o professor a introduzir projetos; A avaliação tradicional, que classifica os alunos; A somativa, que o aluno é avaliado somente no final do processo e a formativa, a qual ao decorrer do ano o professor não avalia somente o aluno, mas também seu próprio conhecimento e seus métodos de trabalho.

Mas, o fator primordial de todas estas, é saber que a avaliação também precisa ser avaliada, para não ter como foco a penalização dos alunos e sim obter como característica principal o desenvolvimento destes e o incentivo à busca de saberes, num processo de construção de incentivo diário, utilizando ferramentas de ajuda modernas que sejam de seu ambiente de convívio.

3) Propostas:

1- Preparação de aulas dinâmicas, com participação dos alunos, para que eles interajam entre si, transformando a sala de aula em um verdadeiro espaço diário de construção de uma aprendizagem formativa descaracterizando a avaliação do critério específico punitivo que fora inserida ao longo dos anos;

2- Envolver os aluno nas atividades diárias, despertando o interesse pelo conhecimento do conteúdo a ser discutido, levando-os a ampliar o conhecimento, a utilizar os meios modernos e sempre estigando-os para a próxima aula;

3- A longo prazo, envolver o grupo de professores da Escola, e estimulá-los a fim se construir uma identidade da Unidade , onde a equipe trabalhe de forma formativa e que cada um, no exercício da sua função possa auto- avaliar-se (esta avaliação deve fazer parte do cronograma do profissional e NÃO das Instituições de ensino como as secretarias, pois a auto-avaliação também colabora para o crescimento e desenvolvimento profissional).

VIVIANE SANTOS

Educação em Cena

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DE OLHO NO VÍDEO

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Fábrica de Resenha

OS SIMPSONS - O FILME (2007)
Quarta-feira, retorno de mais um dia de trabalho!
"O que fazer?" Diria a minha mais nova antiga amiga Cida.
"Ah, já sei... Vamos assistir ao filme dos Simpsons?"
Fiquei um tanto quanto em choque, mas mantive a classe... É que não tinha a mínima noção de que ela tivesse uma atração pela família Simpsons. Nunca tinha ouvido ela comentar a respeito.

"Eh, eh...vamos, sim" - respondi, sem conotar nenhum tipo de ironia ou desconforto. Ela não percebeu.
A sala de cinema quase toda a nossa disposição...
Inicia-se, então, um dos representantes mais críticos do "modus operandi" do "american way life"...

Claro que é uma crítica muito lúcida e, talvez, muito atormentada do modo de viver e pensar americano.

"Os Simpsons - o filme" não diferem quase nada do que já estamos acostumados a acompanhar pela televisão: crítica cáustica ao próprio modo de vida americano, posturas mais do politicamente incorretas, exacerbação nada ufanista e escrachada, enfim, o verdadeiro rosto de muitos americanos que se sentem os donos do mundo, os donos do poder...

O humor atroz, vivaz, inteligente leva-nos a um misto de pensamento filosófico, psicológico, sociológico, antropológico... Principalmente, para nós, educadores que adoramos "teorizar" sobre o mundo!! As situações "cômicas" assumem vieses, muitas vezes, de profunda reflexão sobre o mundo, sobre as pessoas, sobre costumes, hábitos e culturas.

No início, em plena igreja, o vovô Simpson é possuído por um espírito e faz premonições catastróficas. A cena do espírito incorporado é, no mínimo, intrigante, pois era quase visível a sobreposição de outras imagens que nos lembram grandes ritos de determinadas igrejas em nosso país. A alienação se coloca como eixo.

A catástrofe anunciada envolve o ataque cruel da humanidade sobre a natureza e, conseqüentemente, a sua vingança. Lisa Simpson, com seu tom politicamente correto, assume a defesa do meio-ambiente. As reações da população de Springfield ao trabalho de conscientização de Lisa em muito se assemelham a posição tomada pelo EUA, no protocolo de Kyoto: "tô nem aí, não tenho nada com isso".

E quem é que provoca o maior "desastre ambiental", em Springfield. Não poderia ser ninguém menos do que Homer!! Obviedade característica!

Não poderia faltar, óbvio, a figura do presidente americano. Mas, não pensem que é o Bush quem aparece. O "Presidente dos EUA" é retratado pelo "rascunho" de ator e "dublê" de governador, o Sr. A. Schwarnegger.

Assim, a cidade é isolada por uma redoma devido ao caos ambiental causado por Homer. A partir daí, o conflito se instaura. A família simpson se vê pressionada a fugir da cidade para o Alaska. E os fatos finais reservam doses certas de gargalhadas e alguma reflexão, se é que ainda é possível refletir sobre alguma coisa mais a esta altura da narrativa.

O que fica como resultado é que o filme convence, diverte e leva-nos a pensar...e muito! Bom filme! Vale a pena!

Ivan Amaro, em 05/09/2007







Portfólios Eletrônicos EEPP III 2011

Propósitos Gerais - EEPP 2

1- Utilizar diversas ferramentas tecnológicas disponíveis na internet, proporcionando a expressão de ideias, pensamentos, reflexões e práticas por meio de linguagens diferenciadas, com a intenção de evidenciar as suas aprendizagens diversas, múltiplas;

2. Evidenciar a integração entre teoria e prática no âmbito dos aspectos de organização da escola em ciclos, no ensino fundamental (princípios, práticas, projeto político pedagógico, planejamento escolar, avaliação,organização curricular, organização do trabalho pedagógico);

3. Evidenciar os processos de aprendizagem relativos aos conhecimentos específicos apresentados na ementa da disciplina Escola Espaço Político Pedagógico 2;

4. Vivenciar a avaliação formativa como princípio teórico/prático para o trabalho pedagógico do professor e dos graduandos de modo a propiciar uma atuação conjunta para promover as aprendizagens, além de servir como prática para pensar e praticar formas alternativas de avaliação na escola básica;

5. Sistematizar as produções para evidenciar os progressos de suas aprendizagens; por meio de reflexões consistentes, fundamentadas, ilustradas com situações do cotidiano escolar;

6. Utilizar linguagens diversas como forma de expressão das reflexões, das aprendizagens.

Propósitos Gerais - EEPP 4

1. 1- Utilizar diversas ferramentas tecnológicas disponíveis na internet,
proporcionando a expressão de ideias, pensamentos, reflexões e
práticas por meio de linguagens diferenciadas, com a intenção de
evidenciar aprendizagens múltiplas;

2. 2- Proporcionar a integração entre teoria e prática no âmbito dos
aspectos de organização da escola do ensino fundamental (projeto político pedagógico, planejamento escolar, avaliação, organização curricular);

3. 3- Evidenciar os processos de aprendizagem relativos aos conhecimentos específicos apresentados na ementa da disciplina Escola Espaço Político Pedagógico 4;

4. 4- Vivenciar a avaliação formativa como princípio teórico/prático para o trabalho pedagógico do professor e dos graduandos de modo a propiciar uma atuação conjunta para promover as aprendizagens, além de servir como prática para pensar e praticar formas alternativas de avaliação na escola básica;

5. 5- Sistematizar as produções para evidenciar os progressos nas aprendizagens; por meio de reflexões consistentes, fundamentadas;

6. 6- Utilizar linguagens diversas como forma de expressão das reflexões, das aprendizagens.