terça-feira, 24 de março de 2009

Para garantir qualidade, investir na profissão docente é a chave do sucesso!

O debate que continua atual no campo educacional refere-se diretamente à qualidade da educação, à superação do fracasso escolar e às potencialidades do sucesso do aluno e de suas aprendizagens.

Entretanto, é preciso que os docentes sejam valorizados, não com "bônus em dinheiro" como têm sido implantado por determinadas secretarias de educação, mas com um consistente Sistema de Formação de Professores e consequente processo de avaliação institucional. É preciso investir na coletividade do trabalho pedagógico e no compromisso de todos pela qualidade da educação.
A reportagem acima pode apontar alguns elementos para o debate.

quarta-feira, 18 de março de 2009

GEPACT - FEBF/UERJ

GEPACT - Grupo de Estudos e Pesquisa em Avaliação, Currículo e Trabalho Pedagógico

Coordenação: Prof. Dr. Ivanildo Amaro de Araujo

Participantes:

Ana Carolina da Silva Cabral

Anderson Vieira Souto

Barbara dos S. Claudino

Cátia Cilene de Oliveira

Daniele de J. Sales

Francisco Cosmo de S. Júnior

Izaura Landes Vieira

Lidiane Dantas

Magno Sales Coutinho

Marcela Aline R. S. Melo

Marcela Inácio Silva

Márcio R. Louzada

Rosângela dos Anjos

Talita Roberto Militino

Teresa Cristina Cardoso Amaral

Vanessa Branco

Verônica Trindade dos S. Leal

segunda-feira, 16 de março de 2009

Grupo de Estudos e Pesquisa em Avaliação, Currículo e Trabalho Pedagógico




Alunos de Pedagogia FEBF/UERJ


Prof. Ivanildo Amaro, coordenador do GEPACT e alunos da graduação em Pedagogia FEBF/UERJ


O GEPACT nasce com disposição de ampliar e aprofundar o campo de estudos e pesquisa da avaliação, do currículo e do trabalho pedagógico na Baixada Fluminense! No dia 11 de fevereiro de 2009, ocorreu a primeira reunião e estavam presentes cerca de 25 participantes, alunos do curso de Pedagogia da FEBF/UERJ. O interesse pela temática desponta como possibilidade de ampliarmos as frentes de atuaçao da FEBF nos municícipios da Baixada Fluminense, contribuindo, assim, para refletirmos, pensarmos e agirmos nos espaços/tempo da realidade educacional da região e, assim, contribuirmos para que avanços aconteçam nas redes, nas escolas e no trabalho do professor.


segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Ciclos ou Séries?

Neste texto, Luiz Carlos de Freitas, professor da FE-UNICAMP, traça uma análise bastante consistente e aprofundada das relações entre organização escolar e sociedade. Sua análise é bastante instigante e leva-nos a pensar como podemos materializar uma outra escola e, concomitantemente, pensarmos em uma outra sociedade.

A leitura deste texto encerra, pelo menos neste semestre, as discussões sobre ciclos e séries. Continuaremos este debate no Grupo de Pesquisa: Avaliação, Currículo e  Organizaçao do Trabalho Pedagógico (FEBF/UERJ), sob minha coordenação.


Ciclos de Aprendizagem? Ciclos de Formação? Seriação? Progressão Continuada?

Esta discussão tem sido bem "quente" em nossas aulas! Para ampliarmos o debate e conhecermos um pouco mais sobre esta temática, deixo disponível um texto de Miguel Arroyo. Além disso, disponibilizo, também, as questões para o debate.

Questões:

1.    - A organização escolar em ciclos, se contrapondo à organização seriada e que foi incorporada pela LDB 9394/96, em seu art. 23, provocou e ainda provoca grandes polêmicas. Segundo o autor, há tensões e grande curiosidade sobre o tema. Apresente as explicações e posições do autor sobre estas tensões.

2.    - O autor afirma que experiências da organização em ciclos se colocam como campo rico para discutirmos concepções e práticas na formação de professores. Em que sentido esta discussão que temos realizado em nossas aulas contribuem para um maior conhecimento dessa modalidade de organização escolar? De que forma o nosso debate tem contribuído para o seu maior conhecimento acerca dessa organização?

3.    - O texto é dividido em duas partes:  na primeira o autor mostra “como a organização do trabalho em Ciclos de Desenvolvimento Humano nos leva a questionar e superar determinadas concepções e práticas de formação e qualificação, o que provoca um processo formador”. Na segunda parte, ele faz uma reflexão “sobre as virtualidades formadoras de todo o percurso de desconstrução da estrutura seriada e de construção de uma estrutura centrada nas temporalidades ou nos Ciclos de Desenvolvimento Humano”. Sintetize as idéias mais relevantes de cada uma das partes, comentando-as a partir da sua percepção.

4.   - O autor, ao tratar da formação de professores, lança algumas idéias bastante conhecidas de vocês e que fazem parte de todo um conjunto de discussões sobre o assunto. Qual é a visão do autor sobre o perfil necessário do professor para atuar em escolas que são organizadas por ciclos? Diante da realidade que vocês conhecem no município de Duque de Caxias e nos municípios vizinhos, como a organização por ciclos foi implantada? Que conseqüências provocaram? Pelo conhecimento da realidade das escolas, como vocês avaliam o perfil dos educadores que atuam nos ciclos? Apresente exemplos, se possível.

5.  - No texto, Miguel Arroyo afirma que há diversas concepções de ciclos. Há, para ele, alguns equívocos na organização em ciclos que algumas redes vêm implantando. Assim, o autor afirma que há concepções que deformam e concepções que formam. Que concepções deformam e que concepções formam para o autor?

6.  - Sintetize o tópico intitulado “Requalificando dimensões permanentes de nosso ofício”, comentando as conclusões do autor.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Escola Espaço Político e Pedagógico IV

Queridos (as) alunos (as), conforme conversamos em aula, este blogue servirá, também, para ampliarmos nosso espaço da sala de aula. Assim, nossos debates sairão do espaço/tempo limitados pelas aulas semanais.

Disponibilizo, aqui, o texto que discutiremos no dia 08/12.

O espaço do blogue está aberto para colocarem questões, dúvidas, visões, etc.

O texto é:

Ensino fundamental de nove anos: a quem interessa?

Dirce Djanira Pacheco e Zan*

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Docentes da UERJ suspendem GREVE!

A greve dos docentes da UERJ, iniciada em 15/09/2008, foi suspensa ontem, dia 27/11/2008. As atividades retomam na 2a. feira, dia 01/12/2008. Sabemos que o maior prejudicado neste processo é o aluno. Entretanto, a ausência de diálogo por parte do Governo do Estado acabou por levar a categoria a 73 dias de greve. Bem sabemos que a greve tem sido um instrumento atacado por muitos de nossos antagonistas, bem como por parte daqueles que "fazem parte"da classe trabalhadora. A greve, realmente, tem sido esvaziada de significado e, no campo da educação, principalmente, se tornado um instrumento de pouca eficiência na luta contra os arroubos mercadológicos em rota. Porém, aqueles que defendem outras formas de "luta" ainda náo "concretizaram"estas formas de angariarmos vitórias, mesmo que pequenas, no embate com nossos "patrões".

Eu, em especial, não tenho a greve como um princípio. Porém, o espaço legítimo de debate e discussão sobre os rumos dos docentes é a assembléia docente convocada pela instituição que representa a categoria e o momento da greve também pode revelar um amplo espaço de aprendizagem e de formação teórica, política e social.

Mesmo que esta instituição viva uma crise de direção (sim, as direções passam..., não têm mandato vitalício), acredito que a ASDUERJ tenha uma história desde seu nascedouro e, provavelmente, deve ter errado muito, como também, deve ter acertado bastante. Na minha visão, o "clima divisionista" explicitado no período desta greve revela um grandioso perigo: quanto mais nos dividimos, mais nos enfraquecemos!

Este fracionamento tende a interferir em nosso trabalho cotidiano. Não dá para "radicalizar" esta fragmentação de modo dicotomizado: grevistas x não grevistas, quem acredita na ASDUERJ x quem não acredita na ASDUERJ, profissionais sérios x picaretas, bons x maus...

Reduzir todo o processo a uma lógica maniqueísta é, no mínimo, reduzir toda a capacidade de produção intelectual, científica e cultural daqueles que fazerm a UERJ, cotidianamente: nós, docentes da Universidade, os alunos e o pessoal técnico-administrativo. Nossa luta deve ser organizada em prol do fortalecimento da Universidade Pública de Qualidade!!

Espero que o processo histórico vivido possa nos remeter a profundas reflexões e análises sobre nosso papel como educadores e pesquisadores dessa grande universidade. Os seus rumos dependem da nossa capacidade de autocrítica, bem como da nossa capacidade de lidar com as contradições inerentes aos conflitos sociais e ideológicos e da nossa capacidade de reunificar os docentes, trabalhadores que, efetivamente, constroem todos os dias a UERJ. Os embates ideológicos são sadios para fazermos avançar uma organizaçao de forma coesa, com unidade e com princípios éticos e solidários.

Fábrica de Resenha

OS SIMPSONS - O FILME (2007)
Quarta-feira, retorno de mais um dia de trabalho!
"O que fazer?" Diria a minha mais nova antiga amiga Cida.
"Ah, já sei... Vamos assistir ao filme dos Simpsons?"
Fiquei um tanto quanto em choque, mas mantive a classe... É que não tinha a mínima noção de que ela tivesse uma atração pela família Simpsons. Nunca tinha ouvido ela comentar a respeito.

"Eh, eh...vamos, sim" - respondi, sem conotar nenhum tipo de ironia ou desconforto. Ela não percebeu.
A sala de cinema quase toda a nossa disposição...
Inicia-se, então, um dos representantes mais críticos do "modus operandi" do "american way life"...

Claro que é uma crítica muito lúcida e, talvez, muito atormentada do modo de viver e pensar americano.

"Os Simpsons - o filme" não diferem quase nada do que já estamos acostumados a acompanhar pela televisão: crítica cáustica ao próprio modo de vida americano, posturas mais do politicamente incorretas, exacerbação nada ufanista e escrachada, enfim, o verdadeiro rosto de muitos americanos que se sentem os donos do mundo, os donos do poder...

O humor atroz, vivaz, inteligente leva-nos a um misto de pensamento filosófico, psicológico, sociológico, antropológico... Principalmente, para nós, educadores que adoramos "teorizar" sobre o mundo!! As situações "cômicas" assumem vieses, muitas vezes, de profunda reflexão sobre o mundo, sobre as pessoas, sobre costumes, hábitos e culturas.

No início, em plena igreja, o vovô Simpson é possuído por um espírito e faz premonições catastróficas. A cena do espírito incorporado é, no mínimo, intrigante, pois era quase visível a sobreposição de outras imagens que nos lembram grandes ritos de determinadas igrejas em nosso país. A alienação se coloca como eixo.

A catástrofe anunciada envolve o ataque cruel da humanidade sobre a natureza e, conseqüentemente, a sua vingança. Lisa Simpson, com seu tom politicamente correto, assume a defesa do meio-ambiente. As reações da população de Springfield ao trabalho de conscientização de Lisa em muito se assemelham a posição tomada pelo EUA, no protocolo de Kyoto: "tô nem aí, não tenho nada com isso".

E quem é que provoca o maior "desastre ambiental", em Springfield. Não poderia ser ninguém menos do que Homer!! Obviedade característica!

Não poderia faltar, óbvio, a figura do presidente americano. Mas, não pensem que é o Bush quem aparece. O "Presidente dos EUA" é retratado pelo "rascunho" de ator e "dublê" de governador, o Sr. A. Schwarnegger.

Assim, a cidade é isolada por uma redoma devido ao caos ambiental causado por Homer. A partir daí, o conflito se instaura. A família simpson se vê pressionada a fugir da cidade para o Alaska. E os fatos finais reservam doses certas de gargalhadas e alguma reflexão, se é que ainda é possível refletir sobre alguma coisa mais a esta altura da narrativa.

O que fica como resultado é que o filme convence, diverte e leva-nos a pensar...e muito! Bom filme! Vale a pena!

Ivan Amaro, em 05/09/2007







Portfólios Eletrônicos EEPP III 2011

Propósitos Gerais - EEPP 2

1- Utilizar diversas ferramentas tecnológicas disponíveis na internet, proporcionando a expressão de ideias, pensamentos, reflexões e práticas por meio de linguagens diferenciadas, com a intenção de evidenciar as suas aprendizagens diversas, múltiplas;

2. Evidenciar a integração entre teoria e prática no âmbito dos aspectos de organização da escola em ciclos, no ensino fundamental (princípios, práticas, projeto político pedagógico, planejamento escolar, avaliação,organização curricular, organização do trabalho pedagógico);

3. Evidenciar os processos de aprendizagem relativos aos conhecimentos específicos apresentados na ementa da disciplina Escola Espaço Político Pedagógico 2;

4. Vivenciar a avaliação formativa como princípio teórico/prático para o trabalho pedagógico do professor e dos graduandos de modo a propiciar uma atuação conjunta para promover as aprendizagens, além de servir como prática para pensar e praticar formas alternativas de avaliação na escola básica;

5. Sistematizar as produções para evidenciar os progressos de suas aprendizagens; por meio de reflexões consistentes, fundamentadas, ilustradas com situações do cotidiano escolar;

6. Utilizar linguagens diversas como forma de expressão das reflexões, das aprendizagens.

Propósitos Gerais - EEPP 4

1. 1- Utilizar diversas ferramentas tecnológicas disponíveis na internet,
proporcionando a expressão de ideias, pensamentos, reflexões e
práticas por meio de linguagens diferenciadas, com a intenção de
evidenciar aprendizagens múltiplas;

2. 2- Proporcionar a integração entre teoria e prática no âmbito dos
aspectos de organização da escola do ensino fundamental (projeto político pedagógico, planejamento escolar, avaliação, organização curricular);

3. 3- Evidenciar os processos de aprendizagem relativos aos conhecimentos específicos apresentados na ementa da disciplina Escola Espaço Político Pedagógico 4;

4. 4- Vivenciar a avaliação formativa como princípio teórico/prático para o trabalho pedagógico do professor e dos graduandos de modo a propiciar uma atuação conjunta para promover as aprendizagens, além de servir como prática para pensar e praticar formas alternativas de avaliação na escola básica;

5. 5- Sistematizar as produções para evidenciar os progressos nas aprendizagens; por meio de reflexões consistentes, fundamentadas;

6. 6- Utilizar linguagens diversas como forma de expressão das reflexões, das aprendizagens.